Bolhas
Quis bolhas de sabão a te envolver
E meus braços a te proteger
Teu riso alegre sem cessar
E o desejo de para sempre ficar
Eu quis meu reflexo nos teus olhos
Em teu peito fazer meu repouso
O meu sossego no teu amor em colo
E nos meu lábios teu beijo gostoso
Eu quero aqui hoje agora sempre
Viver este amor que em mim vibra
Com a sorte de quem se lembre
Que o mais importante é que se viva.
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Cheiro, não foge de mim...
Cheiro, não foge de mim...
Abri a porta subitamente
À tua procura,
Apenas encontrei
A loucura.
E num perpasse senti
Teu cheiro
Que me embriagava.
Queria retê-lo
Naquele ambiente
E nele viver
Para sempre sentir-te presente
Dali eu não podia sair
Pois comigo viria
Tudo o que eu não queria perder
Tudo aquilo que não me deixava esquecer.
Se eu abrisse a porta
Teu cheiro fugiria
E eu viveria só
Sem a melhor das tuas lembranças.
Volta, vem
Renova em mim
Refaz em ti
Nosso bem.
Eu quero acordar de noite
E meu cabelo sentir
teu rosto em seda cobrir
e te desvendarei.
Eu te desnudarei
Como quem delicia
Um caqui
Sem cerimônia.
Eu quero você
em todos os meus sonhos
em todos os meus planos
com todo o teu encanto
Quero dividir contigo
Meus anseios
Meus propósitos
Meus ombros e colo
Vem caminhando suave
Encaixe-se com teu riso farto
Revolve-me o estômago
Com borboletas
Sempre apaixonadas.
(Marília d´Dirceu - Marília Freire)
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Flor do Medo

Venha me beijar de uma vez
Você pensa demais
Pra decidir
Venha a mim de corpo e alma
Libera e deixa o que for
Nos unir
Não vá fugir mais uma vez
Vença a falta de ar
Que a flor do medo traz
Tente pensar
Pode até ser mau e tal
Mas pode até ser
Que seja demais
Tudo vai mudar
Posso pressentir
Você vai lembrar e rir
Alguma dor
Que não vai matar ninguém
Pode ser vista e nos rondar
Não precisa se assustar
Isso é clamor
De amor
Venha me beijar de uma vez
Feito nuvem no ar
Sem aflição
Venha a mim de corpo e alma
Libera a paz do meu coração
Não vá se perder outra vez
Nesse mesmo lugar
Por onde já passou
Tente pensar
Pode até ser sonho e tal
Mas pode até ser
Que seja o amor
Djavan e suas sempre cabíveis e irresistíveis palavras...
quarta-feira, 18 de março de 2009
Te quero só pra mim...
Não te quero longe
Como se fosse monge
Eu te quero perto
Como se fosse certo
Eu te quero lindo
Como se fosse um mimo
Eu te quero meu
No meu apogeu
Não te quero parte
Do que não se reparte
Nem tuas migalhas
Que me respingam as calhas
Eu te quero inteiro
Com seu sorriso perfeito
Seu jeito de nada dizer
E tudo fazer
Eu te quero sempre
Só pra mim
Para à hora que eu quiser
Te beijar sem fim
Eu te quero inteiro
Intenso, eterno
Agora
e por todo o sempre...
quinta-feira, 12 de março de 2009
Vôo de Liberdade
Buscar o que está perdido
Encontrar o que está escondido
Desfrutar do que me foi proibido
Autonomia e liberdade
Sem mentiras, só verdades
Celebrar minhas melhor amizades
e manter guardado o que for saudade
Eu quis ver o inaudível
Tocar o invisível
Ouvir o intocável
Saber os meus segredos
Hoje eu quero meu vôo livre
A certeza de vento no peito aberto
Asas abertas ao novo
à brisa da aurora do meu novo amanhecer.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Esperança... Tudo passa... até uva passa...
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Borboletas no Estômago
Fazes despertar minhas borboletas adormecidas
Levas-me a querer tocar teu cabelos
E a querer passar o tempo contigo.
Eu estava só, quieta, na minha
Tu apareces para me arrancar o suspiro
Para querer me ver mais que como amigo
Para querer me ver mais que como amigo
Querer abraçar-te tanto como se fosses um imenso urso de pelúcia.
Agora que acordastes todas elas
e estão envolvendo-me em ares, músicas e perfumes
Por favor deixes que eu me surpreenda
Com um "olá" em sussurro ao pé do ouvido
Da próxima primeira vez que nos encontrarmos.
Ai, dói-me a barriga só de pensar...
Saudade. Só.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Peixe que te quero vivo!
Eu sou peixe, não sou cigano
Mesmo assim nado entre furos e rios
À procura de ambientes menos frios
Tento fugir dos barcos que passam por aqui
Que de tão raso
Nada mais resta além de subir
E fugir de um esmago
Somos tantos, milhares
Sardinhas,pacus e jaraquis
Esperançosos de novos olhares
Dos que que navegam por nossos lares
Espera homem, espera mulher
Depois de alguns meses
Terás-nos de volta em seus pratos
Espera apenas que nossos filhos nasçam.
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